sábado, 8 de junho de 2013

Locomoção por bicicleta, ...


Reprodução: Internet

Ultimamente ando ansioso para comprar logo a minha magrela nova, só está demorando por causa de algumas interrupções, mas com base na minha ansiosidade venho aqui falar o que poderia ser investido de imediato para melhorar a vida da população que utiliza desse veículo para ir trabalhar.

Em 2010 o Governo lançou um projeto, que até agora nada e parece que até a Copa só ficaria pronto o eixo da Fonte Nova, e esse trecho e a bunda do projetista ou sei lá quem é que está no comando desse projeto, é uma bela merda, tem que se pensar em Transporte com a MAGRELA, sem essa de priorizar Fonte Nova e Copa do Mundo.


Reprodução: Internet

COPA DO MUNDO DE CÚ É ROLA!

Não ficar nessa, até hoje não vi nenhum vestígio da obra dessas ciclovias, daí vai chegar em janeiro de 2014, começam a fazer as obras em torno da Fonte Nova, terminam os 34 km prometidos até lá e ficam de boa esperando o tempo passar e aparecer um corajoso de verdade e fazer algo que preste, pois esses 34 km de ciclovias em torno da Fonte Nova são tudo pra gringo ver e achar que a Soteropólis melhorou em algo...


Reprodução: Internet


Sabem qual é a verdadeira solução?


Uma ciclovia imensa na maior extensão de vias essa cidade, qual é?




Como assim?


Uma ciclovia imensa?


Sim, começaria na Avenida Paralela, na altura da Estação Mussurunga, seguia, até a Rótula e continuava na Barros Reis, BR-324 até a altura de Águas Claras, um trecho de ciclovia interminável, no canteiro central (na BR-324 teria uma exceção, sendo no canteiro sentido Feira), vejam o mapa:


Edição: Jefferson Santos


Em alguns pontos desse trecho de 23,8km teria um mini-viaduto de bicicletas, para não dificultar a passagem dos veículos.


Enfim, sabem qual seria o objetivo desse trecho, interligar praticamente a cidade toda pelas avenidas expressas troncais dessa cidade, passando pelo núcleo central de Salvador, o coração da cidade.

Outras alterações, as passarelas da Avenida Paralela, teriam que criar um acesso fácil pra o canteiro central, para poder trafegar na ciclovia.

As vias alimentadoras, eu ainda não pensei em ciclovias alimentadoras, mas acredito eu que isso não seria necessário, e sim a ampliação de ciclovias secundárias na Avenida Juracy Magalhães, Heitor Dias, Bonocô, pois teoricamente a alimentação dessa via exclusiva extensa nem precisa de ciclovias e nem há espaço disponível, porém são vias que tem como haver uma harmonia entre ciclistas e motoristas, quem sabe uma ciclofaixa.

Exemplo de alimentação, uma pessoa que trabalha no Stiep e mora em Tancredo Neves, pense, com uma magrela poderia trafegar tranquilo até a Avenida Paralela, subir a Passarela da Odebrecth/Extra, descer no canteiro Central, pegar a via exclusiva, chegou no LIP, atravessa pela Passarela da Grande Bahia, pega a Avenida Tancredo Neves mesmo sem ciclovia, mas visualizando os veículos, e segue o destino.

Ou melhor, alguém que mora na Estrada das Barreiras e estuda na Pituba, poderia pegar a Rua Silveira Martins, Saboeiro, atravessava na Passarela do Imbuí, descia no canteiro central, na Madereira Brotas, atravessava pro Caminho das Árvores, ou até na Estação Iguatemi, pela Passarela.


Tantos exemplos para utilizar essa via (fictícia), eu vejo vários ciclistas trafegando por esses trechos sem ciclovia, imagina se houvesse uma?


Então, acho que seria uma extrema vantagem para a mobilidade urbana da cidade.


Enfim, terminando meu big texto.










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